quinta-feira, 15 de maio de 2014

Efêremos

"De que serve o eterno criar, se a criação em nada acabar?"
Nossa existência efêmera nos condiciona a tentativa de eternizar a tudo e a todos. Queremos capturar, congelar, preservar... Tornamos as figuras públicas e globalizadas para resguardá-las na memória, pois a memória é a garantia de uma herança: a cultura. Gente também vira cultura, vira moda, também vira nome. Só quem vira nome perdura. E você quem é? Qual é a responsabilidade do seu nome?

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